Uma oliveira na cidade

 

“Os vivos ainda têm tempo (…) para dizerem a palavra, para fazerem o gesto, Que gesto, que palavra, Não sei, morre-se de não a ter dito, morre-se de não o ter feito” (in O ano da morte de Ricardo Reis).” João Seixas, amigo, geógrafo, urbanista e lisboeta, escreveu este texto sobre cidades e José Saramago.

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