jonathan franzen e os likes

30 de Maio de 2011 § Deixe um comentário

Liking Is for Cowards. Go for What Hurts.

“…Our lives look a lot more interesting when they’re filtered through the sexy Facebook interface. We star in our own movies, we photograph ourselves incessantly, we click the mouse and a machine confirms our sense of mastery.

And, since our technology is really just an extension of ourselves, we don’t have to have contempt for its manipulability in the way we might with actual people. It’s all one big endless loop. We like the mirror and the mirror likes us. To friend a person is merely to include the person in our private hall of flattering mirrors….”

Um excerto de um texto de Franzen para o NY Times sobre como o gostar é essa coisa descartável, ao contrário do amor. Via Bibliotecário de Babel

Bem a propósito mas na direcção oposta, para provar que as marcas nasceram para serem gostadas e não amadas, vem este filme da Mango para agradecer 2 milhões de likes no facebook, via brainstorm9.

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